4 de nov. de 2008

Trapézio das Bahamas

Há algum tempo atrás, antes das eleições e tal, houve uma enquete para saber qual seria o nome da Banda, que ainda não tinha nome. Ganhou "Jardim Dois". Na votação interna também tinha ganho. Mas, como disse, houve reviravoltas. Infelismente o Gringo teve que sair na banda por causa de problemas no joelho. Problemas que ainda persistem. Dores e tal. Uma pena. Ficou mais ou menos três meses conosco e marcou um pouco a história da banda.

Depois de sua saída e de algumas semanas à deriva, estamos de volta com um novo nome: "Trapézio das Bahamas". Sujestão do Gringo, e que foi concenso entre os três remanescentes da Banda.

Por isso, senhoras e senhores eu apresento o TRAPÉZIO DAS BAHAMAS


Leonardo Rocha - Guitarra e Violão
Lismar Santos - Baixo e Vocais
Nanda Monteiro - Guitarra, Violão, Gaita e Voz

Ainda em busca de baterista. Alguém?

3 de nov. de 2008

Há mais eleitores que habitantes em 28 cidades do país

De Rubens Valente:

Pelo menos 28 municípios brasileiros registraram, nas últimas eleições municipais, mais votantes do que a população medida pelo IBGE, conforme levantamento feito pela Folha.

Proporcionalmente, Tapiraí (MG) foi o município campeão na disparidade, com 2.437 votos depositados nas urnas para uma população de 1.841 habitantes, segundo o censo do IBGE do ano passado.

Em Analândia (SP), neste ano houve 4.490 eleitores para 4.166 moradores. A eleitora Adriana Batista Alves de Lima fez uma denúncia na Polícia Federal, agora sob apuração no Ministério Público de Itirapina (SP). Ouvida pelos agentes, contou que títulos de eleitor de moradores de Pirassununga foram transferidos para Analândia sob promessa de receberem a posse de terrenos no município. Segundo a denúncia, eles deveriam votar em determinado candidato a prefeito.

Tanto o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) quanto os TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) de Minas Gerais e de São Paulo receberam com naturalidade as disparidades entre número de moradores e votantes.

O TSE informou, por meio da assessoria, que "a jurisprudência do TSE consolidou-se no sentido de admitir que a residência no município, para fins de definição de domicílio eleitoral, pode ser abonada por outros vínculos -patrimoniais, profissionais e comunitários-, o que, as mais das vezes, determina percentuais mais elevados de eleitorado sobretudo em municípios de baixa densidade demográfica que tenham algum fator de atração migratória (econômico, turístico etc.)".


Isso é Brasil, pq no Rio ia ser diferente? Gente morta votou, pessoas foram votar e já "tinham" votado... ou seja, um sururu na zona!